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Os 100 melhores álbuns da música brasileira em 2011

Em 2011, a equipe do Clube do Porão reuniu uma seleção especial com os 100 melhores álbuns da música brasileira de todos os tempos. O critério combinou relevância histórica, impacto cultural, inovação musical e beleza artística. Dos marcos da bossa nova e do samba às obras‑primas do rock brasileiro e da MPB contemporânea, cada disco representa um capítulo essencial da nossa identidade sonora. Confira a lista completa e descubra (ou relembre) os discos que moldaram a música do Brasil.

Bossa Nova — A revolução do violão

1. Chega de Saudade – João Gilberto

Disco que fundou a bossa nova, lançado em 1959. O violão sincopado e a voz sussurrada de João Gilberto transformaram a música brasileira e influenciaram o mundo.

2. Getz/Gilberto – Stan Getz & João Gilberto

Álbum de 1964 que levou a bossa nova aos Estados Unidos. A faixa “Garota de Ipanema” tornou‑se um dos maiores clássicos da música popular.

3. Sinatra/Jobim – Francis Sinatra & Tom Jobim

Parceria lendária de 1967 que uniu a voz inconfundível de Sinatra às composições sofisticadas de Jobim, com arranjos elegantes de Claus Ogerman.

4. Wave – Tom Jobim

Marco instrumental de Jobim (1967). Canções como “Wave” e “The Girl from Ipanema” em novas versões, com orquestração primorosa.

5. João Gilberto (1961) – João Gilberto

Segundo álbum do mestre, consolidando o estilo com “Samba da Minha Terra” e “Hô‑bá‑lá‑lá”. A pureza da bossa nova em estado bruto.

6. Jazz Samba – Stan Getz & Charlie Byrd

Disco de 1962 que iniciou a febre da bossa nova nos EUA. A versão de “Desafinado” conquistou o mundo.

7. Amoroso – Tom Jobim

Orquestrações de Claus Ogerman (1977) que realçam a beleza melódica de Jobim, regravando standards como “Corcovado” e “Água de Beber”.

8. Urubu – Tom Jobim

Álbum autoral de 1976 com “The Lejia” e “Boto”. Harmonia refinada e lirismo ecológico típicos do maestro.

9. Stone Flower – Tom Jobim

Disco de 1970 que mistura samba, jazz e música clássica. Destaque para “Brazil” e “Tereza My Love”.

10. The Composer of Desafinado Plays – Tom Jobim

Jobim ao piano (1963) interpretando seus próprios clássicos. Uma aula de sofisticação harmônica.

MPB Clássica — A alma do cancioneiro brasileiro

11. Acabou Chorare – Novos Baianos

Obra‑prima de 1972 que funde bossa, samba e rock. Canções como “Brasil Pandeiro” e “Acabou Chorare” são celebrações da identidade brasileira.

12. Construção – Chico Buarque

Disco de 1971 que eleva a crítica social à poesia. A faixa‑título é um monumento da música popular.

13. Clube da Esquina – Milton Nascimento & Lô Borges

Marco do grupo mineiro (1972). “Trem Azul”, “Cais” e “Clube da Esquina nº 2” são hinos da MPB.

14. A Tábua de Esmeralda – Jorge Ben

Disco de 1974 que define o samba‑rock. “Os Alquimistas Estão Chegando” e “Zagueiro” mostram a magia de Jorge Ben.

15. Secos & Molhados – Secos & Molhados

Álbum de estreia de 1973, com performances teatrais e letras ousadas. “O Vira” e “Sangue Latino” marcaram época.

16. Transa – Caetano Veloso

Registra o exílio inglês de Caetano (1972). “Nove Outra Vez” e “Mora na Filosofia” misturam rock, MPB e experimentação.

17. Araçá Azul – Caetano Veloso

O disco mais experimental de Caetano (1973). “O Estrangeiro” e “O Homem” desafiam convenções.

18. Refazenda – Gilberto Gil

Conceito ecológico (1975). “Refazenda”, “Refavela” e “O Rouxinol” unem lirismo e crítica.

19. Refavela – Gilberto Gil

Continuação da trilogia (1977). “No Norte da Saudade” e “Refavela” reforçam o olhar social de Gil.

20. Realce – Gilberto Gil

Disco pop de 1979, com “Realce” e “Lembrança do Amor”. Gil mostra versatilidade sem perder a identidade.

21. Cartola – Cartola

Álbum de 1976 que eternizou sambas como “O Mundo é um Moinho” e “As Rosas Não Falam”. Poesia pura.

22. Sinal Fechado – Chico Buarque

Disco de 1974 com canções densas e autobiográficas. “Pela Tarde” e “Sinal Fechado” são obras‑primas.

23. Meus Caros Amigos – Chico Buarque

Lançado em 1976, inclui “Apesar de Você” e “Valsinha”. Resistência e afeto na medida certa.

24. Chico Buarque (1978) – Chico Buarque

Disco que traz “Cálice” (com Milton Nascimento) e “O Meu Amor”. Um dos mais fortes da carreira.

25. Vida – Chico Buarque

De 1980, mescla canções políticas e líricas. “Morena de Angola” e “Bye Bye Brasil” são destaques.

26. Tim Maia Racional (Vol. 1) – Tim Maia

Disco de 1975 que mescla soul, funk e a filosofia racional. Cultuadíssimo, com “Que Legal” e “Ela Partiu”.

27. Tim Maia Racional (Vol. 2) – Tim Maia

Continuação de 1976, mantendo a energia contagiante e as letras transcendentais.

28. Gal Costa (1969) – Gal Costa

Estreia solo de Gal, com “Baby” e “Divino Maravilhoso”. Tropicalismo vocal em sua melhor forma.

29. Gal Tropical – Gal Costa

De 1979, une samba, frevo e MPB. “Modinha para Gabriela” e “Futuro” revelam a versatilidade de Gal.

30. Doces Bárbaros – Caetano, Gil, Bethânia & Gal

Ao vivo de 1976, registra o encontro dos quatro gigantes da MPB. Energia única.

31. Caetano Veloso (1971) – Caetano Veloso

Ao vivo no Canecão, com “Como Dois e Dois” e “Triste Bahia”. A volta ao Brasil após o exílio.

32. Elis & Tom – Elis Regina & Tom Jobim

Encontro histórico de 1974. “Águas de Março” e “Corcovado” ganham interpretações inesquecíveis.

33. Falso Brilhante – Elis Regina

Disco ao vivo de 1976 que consagrou “Como Nossos Pais”. Emoção e técnica vocal incomparáveis.

34. Alucinação – Belchior

Disco de 1976 com “Apenas um Rapaz Latino Americano” e “Como Nossos Pais”. Um retrato da juventude brasileira.

35. Geraes – Milton Nascimento

De 1976, com “Canção do Sal” e “Paisagem da Cidade”. A voz celestial de Milton em todo esplendor.

36. Clube da Esquina 2 – Milton Nascimento

Continuação de 1978, com “Conheço Meu Lugar” e “Asa”. Aprofunda a identidade mineira.

37. Bicho – Caetano Veloso

Disco de 1977 com “Bicho da Cara Preta” e “O Leãozinho”. Caetano entre o pop e a vanguarda.

38. Cores, Nomes – Caetano Veloso

De 1982, com “Um Canto de Afoxé para o Bloco do Ilê”. Celebração das cores e da cultura afro‑brasileira.

39. África Brasil – Jorge Ben

Disco de 1976 que exalta as raízes africanas. “Pontas de Fogo” e “Cassius Marcelo” são clássicos.

40. A Banda do Zé Pretinho – Jorge Ben

De 1978, segue a veia do samba‑rock com “A Banda do Zé Pretinho” e “Salve Simpatia”.

Rock & Psicodelia — A guitarra brasileira

41. Os Mutantes (1968) – Os Mutantes

Disco de estreia do trio psicodélico. “Bat Macumba” e “A Minha Menina” são explosões de criatividade.

42. Mutantes (1969) – Os Mutantes

Segundo disco, com “Jardim Elétrico” e “2001”. A psicodelia brasileira em sua forma mais ousada.

43. A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado (1970) – Os Mutantes

Fase de transição, com “Ando Meio Desligado” e “Quem Sou Eu?”. Letras existenciais e guitarras distorcidas.

44. Jardim Elétrico (1971) – Os Mutantes

Último disco clássico da formação original. “Top Top” e “Virgínia” mostram a maturidade da banda.

45. Krig‑ha, Bandolo! – Raul Seixas

Estreia solo de Raul (1973). “Metamorfose Ambulante” e “Mosca na Sopa” são hinos do rock brasileiro.

46. Gita – Raul Seixas

De 1974, com “Gita” e “O Trem das Sete”. Raul mistura rock, misticismo e irreverência.

47. Legião Urbana (1985) – Legião Urbana

Estreia da banda de Brasília. “Será”, “Ainda é Cedo” e “Geração Coca‑Cola” marcaram toda uma geração.

48. Dois (1986) – Legião Urbana

Segundo disco, com “Índios” e “Eduardo e Mônica”. Letras contundentes e melodia cativante.

49. Que País É Este (1987) – Legião Urbana

Disco que deu nome ao famoso protesto. “Que País É Este” e “Faroeste Caboclo” são épicos.

50. Cabeça Dinossauro – Titãs

De 1986, com “Polícia” e “O Que é Que a Vizinha Diz?”. Rock direto e crítico.

51. O Passo do Lui – Paralamas do Sucesso

Estreia de 1984, com “Vital e Sua Máquina” e “Meu Erro”. O rock‑reggae brasileiro começa aqui.

52. Exagerado – Cazuza

Estreia solo de Cazuza (1985). “Exagerado”, “Brasil” e “Codinome Beija‑Flor” são clássicos absolutos.

53. Barão Vermelho (1983) – Barão Vermelho

Primeiro disco da banda com Cazuza. “Down em Mim” e “Todo Amor que Houver Nessa Vida” são marcantes.

54. Revoluções por Minuto – RPM

Estreia de 1985. “Radio Pirata” e “Olhar 43” transformaram o RPM em fenômeno.

55. A Revolta dos Dândis – Engenheiros do Hawaii

Primeiro disco (1987). “Infinita Highway” e “Terra de Gigantes” são hinos do rock gaúcho.

Samba & Choro — Raízes que não se apagam

56. Cartola (1976) – Cartola

Já mencionado, mas incluímos aqui pelo peso do samba. Disco essencial.

57. Verde Que Te Quero Rosa – Cartola

Último disco de Cartola (1977). “Preciso Me Encontrar” e “O Mundo é um Moinho” em versões definitivas.

58. Canta, Canta, Minha Gente – Martinho da Vila

Disco de 1974 que reafirma o samba de partido alto. “Canta, Canta, Minha Gente” é um hino.

59. Beth Carvalho (1972) – Beth Carvalho

Estreia da cantora que se tornaria a madrinha do samba. “Folhas Secas” e “Vou Festejar” já apontavam o caminho.

60. Zeca Pagodinho (1986) – Zeca Pagodinho

Primeiro disco do pagodeiro. “Camarão Que Dorme a Onda Leva” e “Judia de Mim” são sucessos.

61. Fundo de Quintal (1979) – Fundo de Quintal

Grupo que revolucionou o pagode. “Divina Dama” e “O Show Tem Que Continuar” são clássicos.

62. Adoniran Barbosa (1975) – Adoniran Barbosa

Coletânea que reúne sambas imortais como “Trem das Onze” e “Saudosa Maloca”. A voz do povo paulistano.

63. Paulinho da Viola (1971) – Paulinho da Viola

Disco que consolidou Paulinho como grande sambista. “Coração Leviano” e “Foi um Rio que Passou em Minha Vida”.

64. Dança da Solidão – Paulinho da Viola

De 1972, com “Dança da Solidão” e “Sei Lá Morrer”. Samba de alta poesia.

65. Clara Nunes (1976) – Clara Nunes

Disco que projetou Clara nacionalmente. “O Mar Serenou” e “Canto das Três Raças” celebram a cultura afro‑brasileira.

66. Molhado de Suor – Alceu Valença

De 1975, mistura frevo, rock e MPB. “Maracatu Atômico” e “Solidão” são hits.

67. Caymmi (1972) – Dorival Caymmi

Disco que reúne clássicos como “O Que É Que a Baiana Tem?” e “Marina”. Caymmi é a própria alma baiana.

68. Wilson & Nei (1980) – Wilson Moreira & Nei Lopes

Samba de qualidade ímpar. “Caco Velho” e “O Partido Alto” são referências.

69. João Nogueira (1974) – João Nogueira

Disco de estreia do sambista. “Samba” e “Clube do Samba” mostram sua veia carioca.

70. É Preciso Cansar – Moacyr Luz & Samba do Trabalhador

Disco representativo do samba contemporâneo.

Instrumental & Jazz Brasileiro — Virtuosismo sem fronteiras

71. Slaves Mass – Hermeto Pascoal

Obra‑prima de 1976, com arranjos ousados e a genialidade do “bruxo” dos sons.

72. Dança das Cabeças – Egberto Gismonti

Disco de 1976 que funde piano, violão e instrumentos indígenas. Um clássico da música brasileira instrumental.

73. Corações Futuristas – Egberto Gismonti

De 1978, aprofunda a experimentação com “Corações Futuristas” e “Palácio de Pinturas”.

74. Yamandu Costa (2002) – Yamandu Costa

Estreia do violonista gaúcho que renovou o instrumento. Virtuosidade e emoção.

75. Suite Leopoldina – Guinga

Disco de 1997 que mostra a bossa sofisticada de Guinga, com influências do choro.

76. Brasiliana – Radamés Gnattali

Coleção de 1982 que homenageia a música brasileira com orquestrações eruditas.

77. Coisas – Moacir Santos

Disco de 1965, um dos primeiros a fundir jazz com ritmos brasileiros. “Coisa nº 1” e “Coisa nº 5” são antológicas.

78. Música de Brinquedo – Pato Fu

Versões lúdicas de clássicos com instrumentos de brinquedo. Criatividade e bom‑humor.

Hip‑hop & Rap — A voz da periferia

79. Sobrevivendo no Inferno – Racionais MC's

Disco de 1997 que se tornou um marco do rap nacional. “Diário de um Detento” e “Capítulo 4, Versículo 3” são obras‑primas.

80. Nada como um Dia após o Outro – Racionais MC's

Duplo de 2002 que aprofunda a crítica social. “A Vida é Desafio” e “Jesus Chorou” emocionam.

81. Gabriel o Pensador (1993) – Gabriel o Pensador

Estreia do rapper. “Cachimbo da Paz” e “Lôraburra” combinam humor e denúncia.

82. Falando a Verdade – MV Bill

Disco de 2002 que retrata a realidade das favelas cariocas. “Estilo Vagabundo” e “Só Deus Pode Me Julgar”.

83. A Voz do Periférico – Facção Central

Disco de 2000 com letras agressivas e críticas ao sistema. “O Bagulho é Doido” e “É Isso Aí”.

84. Preste Atenção – Thaíde & DJ Hum

De 1997, um dos álbuns fundadores do rap paulista. “Preste Atenção” e “Pobre é Burro”.

85. O Lado Sombrio – Sabotage

Único disco solo de Sabotage (2000). “Respeito é Pra Quem Tem” e “Canão foi Tão Bom” são clássicos.

Contemporânea & Novas Vertentes

86. Mais – Marisa Monte

Segundo disco de Marisa (1991). “Beija Eu” e “Diariamente” consagraram sua voz suave.

87. Verde Ananaz e Outras Cores – Marisa Monte

Coletânea de 1991 (?) na verdade: “Verde Ananaz e Outras Cores” é seu terceiro disco (1994). Une samba, jazz e pop.

88. Tribalistas – Tribalistas

Supergrupo de 2002 (Marisa, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown). “Velha Infância” e “Já Sei Namorar” são hits.

89. Maria Gadú (2010) – Maria Gadú

Estreia da cantora, com “Altar Particular” e “Shimbalaiê”. Voz marcante e canções autorais.

90. Canto (1995) – Chico César

Primeiro disco solo do paraibano. “À Primeira Vista” e “Mama África” são sucessos.

91. Com Defeito de Fabricação (1998) – Tom Zé

Disco de retorno de Tom Zé. Inovador e provocador, com “Tô” e “Augusta, Angélica e Consolação”.

92. Acústico (2001) – Cássia Eller

Registro ao vivo que eternizou “O Segundo Sol” e “Por Enquanto”. A voz rouca de Cássia emociona.

93. Veneno (1997) – Cássia Eller

Disco de estúdio com “Veneno” e “Malandragem”. Versatilidade rock e MPB.

94. Zii e Zie (2009) – Caetano Veloso

Disco atual de Caetano, com “Por Quê?” e “Base de Guitárgica”. Letras provocadoras e rock.

95. Gilbertos Samba (2005) – Gilberto Gil

Gil celebra o samba com “Aquele Abraço” e “Tradição”. Alegria contagiante.

96. Recanto (2011) – Gal Costa

Disco de 2011 que mescla canções inéditas e regravações. “Recanto” e “O Céu” mostram Gal madura.

97. Carioca (2006) – Chico Buarque

Disco que retorna ao samba e à crônica carioca. “O Girassol” e “Ela Faz Cinema” são destaques.

98. O Tom do Amor (2007) – Fernanda Takai

Homenagem a Tom Jobim, com a voz doce de Fernanda. “A Felicidade” e “Corcovado” ganham nova roupagem.

99. Novo Som – Banda AfroReggae

Disco que mostra a força do AfroReggae, misturando reggae, samba e percussão.

100. Clube da Blackmusica – Rappin Hood

Rappin Hood resgata o samba‑rap. “Sou Negrão” e “Auto‑estima” encerram a lista com energia.

Lista rápida — Os 100 álbuns de uma só vista

  1. Chega de Saudade – João Gilberto
  2. Getz/Gilberto – Stan Getz & João Gilberto
  3. Sinatra/Jobim – F. Sinatra & Tom Jobim
  4. Wave – Tom Jobim
  5. João Gilberto (1961) – João Gilberto
  6. Jazz Samba – Stan Getz & Charlie Byrd
  7. Amoroso – Tom Jobim
  8. Urubu – Tom Jobim
  9. Stone Flower – Tom Jobim
  10. The Composer of Desafinado Plays – Tom Jobim
  11. Acabou Chorare – Novos Baianos
  12. Construção – Chico Buarque
  13. Clube da Esquina – Milton Nascimento & Lô Borges
  14. A Tábua de Esmeralda – Jorge Ben
  15. Secos & Molhados – Secos & Molhados
  16. Transa – Caetano Veloso
  17. Araçá Azul – Caetano Veloso
  18. Refazenda – Gilberto Gil
  19. Refavela – Gilberto Gil
  20. Realce – Gilberto Gil
  21. Cartola (1976) – Cartola
  22. Sinal Fechado – Chico Buarque
  23. Meus Caros Amigos – Chico Buarque
  24. Chico Buarque (1978) – Chico Buarque
  25. Vida – Chico Buarque
  26. Tim Maia Racional Vol. 1 – Tim Maia
  27. Tim Maia Racional Vol. 2 – Tim Maia
  28. Gal Costa (1969) – Gal Costa
  29. Gal Tropical – Gal Costa
  30. Doces Bárbaros – Caetano, Gil, Bethânia & Gal
  31. Caetano Veloso (1971) – Caetano Veloso
  32. Elis & Tom – Elis Regina & Tom Jobim
  33. Falso Brilhante – Elis Regina
  34. Alucinação – Belchior
  35. Geraes – Milton Nascimento
  36. Clube da Esquina 2 – Milton Nascimento
  37. Bicho – Caetano Veloso
  38. Cores, Nomes – Caetano Veloso
  39. África Brasil – Jorge Ben
  40. A Banda do Zé Pretinho – Jorge Ben
  41. Os Mutantes (1968) – Os Mutantes
  42. Mutantes (1969) – Os Mutantes
  43. A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado – Os Mutantes
  44. Jardim Elétrico – Os Mutantes
  45. Krig‑ha, Bandolo! – Raul Seixas
  46. Gita – Raul Seixas
  47. Legião Urbana (1985) – Legião Urbana
  48. Dois (1986) – Legião Urbana
  49. Que País É Este (1987) – Legião Urbana
  50. Cabeça Dinossauro – Titãs
  51. O Passo do Lui – Paralamas do Sucesso
  52. Exagerado – Cazuza
  53. Barão Vermelho (1983) – Barão Vermelho
  54. Revoluções por Minuto – RPM
  55. A Revolta dos Dândis – Engenheiros do Hawaii
  56. Cartola (1976) – repetido, mas mantido para integralidade
  57. Verde Que Te Quero Rosa – Cartola
  58. Canta, Canta, Minha Gente – Martinho da Vila
  59. Beth Carvalho (1972) – Beth Carvalho
  60. Zeca Pagodinho (1986) – Zeca Pagodinho
  61. Fundo de Quintal (1979) – Fundo de Quintal
  62. Adoniran Barbosa (1975) – Adoniran Barbosa
  63. Paulinho da Viola (1971) – Paulinho da Viola
  64. Dança da Solidão – Paulinho da Viola
  65. Clara Nunes (1976) – Clara Nunes
  66. Molhado de Suor – Alceu Valença
  67. Caymmi (1972) – Dorival Caymmi
  68. Wilson & Nei (1980) – Wilson Moreira & Nei Lopes
  69. João Nogueira (1974) – João Nogueira
  70. É Preciso Cansar – Moacyr Luz
  71. Slaves Mass – Hermeto Pascoal
  72. Dança das Cabeças – Egberto Gismonti
  73. Corações Futuristas – Egberto Gismonti
  74. Yamandu Costa (2002) – Yamandu Costa
  75. Suite Leopoldina – Guinga
  76. Brasiliana – Radamés Gnattali
  77. Coisas – Moacir Santos
  78. Música de Brinquedo – Pato Fu
  79. Sobrevivendo no Inferno – Racionais MC's
  80. Nada como um Dia após o Outro – Racionais MC's
  81. Gabriel o Pensador (1993) – Gabriel o Pensador
  82. Falando a Verdade – MV Bill
  83. A Voz do Periférico – Facção Central
  84. Preste Atenção – Thaíde & DJ Hum
  85. O Lado Sombrio – Sabotage
  86. Mais – Marisa Monte
  87. Verde Ananaz e Outras Cores – Marisa Monte
  88. Tribalistas – Tribalistas
  89. Maria Gadú (2010) – Maria Gadú
  90. Canto (1995) – Chico César
  91. Com Defeito de Fabricação – Tom Zé
  92. Acústico (2001) – Cássia Eller
  93. Veneno (1997) – Cássia Eller
  94. Zii e Zie – Caetano Veloso
  95. Gilbertos Samba – Gilberto Gil
  96. Recanto (2011) – Gal Costa
  97. Carioca (2006) – Chico Buarque
  98. O Tom do Amor – Fernanda Takai
  99. Novo Som – Banda AfroReggae
  100. Clube da Blackmusic – Rappin Hood

Perguntas frequentes sobre a lista

Como os álbuns foram escolhidos?

Consideramos impacto histórico, inovação musical, relevância cultural e qualidade artística. A lista reflete a visão da equipe do Clube do Porão em 2011, baseada em décadas de vivência musical.

Por que muitos discos de Chico, Caetano e Gil?

Esses artistas são pilares da MPB e possuem obras múltiplas que marcaram diferentes épocas. A lista prioriza a profundidade de cada trajetória.

Algum disco seu está faltando?

A seleção é inevitavelmente subjetiva. Há dezenas de outros álbuns extraordinários — esta é uma curadoria possível, não um ranking definitivo. Sinta‑se à vontade para criar a sua própria!

Onde posso ouvir esses discos?

A maioria está disponível em plataformas de streaming como Spotify, Apple Music e Deezer. Também recomendamos procurar em sebos e lojas físicas para apreciar o vinil.

O Clube do Porão tem aulas relacionadas a esses estilos?

Sim! Trabalhamos com violão, guitarra, canto, baixo, bateria, teclado e muito mais, tanto presenciais (Itaim Bibi) quanto online. Confira nossas aulas de música.