Aulas de baixo (Contrabaixo elétrico)
As aulas de baixo (contrabaixo elétrico) segundo nossa visão devem objetivar desde o início a forma de se tocar numa banda, pois o baixo assim como a guitarra nasceram justamente da necessidade de se adaptar os instrumentos para que pudessem ser utilizado em bandas.
Conheça os professores de baixo (contrabaixo elétrico) associados ao Clube do Porão.
O contrabaixo elétrico surgiu da mesma necessidade pela qual foi inventada a guitarra, a diferença é que o baixo elétrico deriva do contrabaixo acústico (também chamado de baixo de pau) e a guitarra deriva do violão. A necessidade que levou ao desenvolvimento desses instrumentos foi que as bandas com a chegada do microfone tocavam cada vez para platéias maiores e era necessário que o som fosse amplificado, instrumentos com caixa de ressonância como o baixo de pau e o violão quando microfonados sofriam com microfonia (ruídos), daí a necessidade de criar um instrumento com corpo sólido e uma nova forma de amplificação, no caso do baixo e da guitarra foi desenvolvido o captador que, obviamente, captam a vibração das cordas, as transforma em pulsos elétricos e a conduz através do cabo para o amplificador (que é composto de um circuito elétrico que amplifica o sinal recebido dos captadores e alimenta o alto falante).
Itaim Bibi - Zona Oeste - São Paulo - SP
Itaim Bibi (distrito de São Paulo)
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Itaim Bibi é um distrito da cidade de São Paulo, localizado na subprefeitura de Pinheiros, na região sudoeste da cidade. Antigo loteamento de terras adquiridas pelo general José Vieira Couto de Magalhães, que, embora mineiro de Diamantina, formou-se em Direito pela Faculdade do Largo São Francisco e foi presidente do Estado de São Paulo.
Abrange bairros como a Vila Olímpia, famoso pela agitada vida noturna, com seus restaurantes e casas de dança, e Brooklin Paulista, onde se instalaram várias empresas multinacionais nos últimos anos.
História
O nome Itaim Bibi provém de uma chácara, um general e um apelido. A história do bairro começou em 1896 quando o general José Vieira de Couto Magalhães adquiriu uma extensão de 120 alqueires, que era propriedade de Bento Ribeiro dos Santos Camargo. Essas terras não tinham muito valor, pois eram inundáveis; sua função era meramente recreativa, para caça e pesca, e abrigava árvores frutíferas (principalmente a jabuticabeira). Embora não tivesse se casado, o general teve um filho, José Couto de Magalhães, com uma índia do Pará. Em 1898, com a morte do general, seu filho herdou o local, conhecido como Chácara do Itahy ("pedra pequena", em tupi).
Em 1907, Leopoldo Couto de Magalhães, irmão do general, comprou por 30 contos de réis as terras, fixando residência no lugar.
Bibi (bebê -> bibi) era como as escravas chamavam o filho do médico Leopoldo Couto Magalhães, dono da Chácara Itaí, que cresceu e virou o "Seu Bibi". A palavra Bibi viria a acompanhar o nome do bairro, antes chamado Rio das Pedras. A Rua Renato Pais de Barros se chamava Rua Bibi, em sua homenagem. A Rua João Cachoeira leva o nome de um escravo da família que, vivia cantando e contando causos por ali. A sede da chácara propriamente dita, hoje conhecida como Casa Bandeirista do Itaim, localiza-se no início da atual Rua Iguatemi. Tombada pelo Patrimônio Histórico, foi, porém, destruída pelos seus atuais proprietários. Antes, por vários anos, foi um sanatório (Casa de Saúde Bela Vista), fundado em 1927 pelo médico Brasílio Marcondes Machado, onde doentes mentais ou dependentes químicos de famílias abastadas se tratavam.
Com o falecimento de Leopoldo, o local foi dividido entre seus herdeiros. Leopoldo Couto Magalhães Júnior, também 'Bibi', que era conhecido por possuir um dos primeiros automóveis da região e pelo hábito de usar boné de bico, continuou residindo na casa até a segunda metade da década de 1920.
O filho de Bibi, Arnaldo Couto de Magalhães foi o responsável pelo loteamento da chácara. Na década de 20, houve o surgimento de pequenos sítios de um hectare, vendidos a italianos vindos da Bela Vista. Eles produziam verduras e legumes para o abastecimento local e dos bairros vizinhos.
As terras foram vendidas e revendidas entre a década de 1920 e a década de 1950 e, com a ocupação da várzea próxima ao Rio Pinheiros, propiciou atividade a barqueiros, olarias e portos de areia, que forneciam tijolos e telhas para construções. Para diferenciá-lo do Itaim Paulista, os moradores da região passaram a referir o local como os "terrenos do Bibi". Atualmente a antiga Rua do Porto leva o nome de Rua Leopoldo Couto de Magalhães Júnior.
Até a década de 30, a ocupação populacional do Itaim Bibi se restringiu ao quadrilátero formado entre o Rio Pinheiros e as atuais avenidas Nove de Julho, São Gabriel e Juscelino Kubitschek. Depois dos anos 50, o bairro começou a enfrentar um grande crescimento, causando o desaparecimento de chácaras e sítios.
O saneamento e canalização do córrego do Sapateiro, na década de 1970, deram origem à avenida Presidente Juscelino Kubitschek, o que valorizou o bairro. Esgotadas as áreas disponíveis em outros bairros, as imobiliárias voltaram-se então para o Itaim, fundamentalmente pela ausência de restrições impostas pelo loteamento.
Ao lado e em frente aos poderosos bairros dos Jardins e Morumbi, hoje em dia o Itaim Bibi é considerado um bairro nobre. Mas no seu início e até os anos 60–70, era o bairro das empregadas, dos motoristas, verdureiros e pequenos comerciantes em geral. O núcleo inicial do bairro (residências, quitanda, açougue, padaria, farmácia) se modificou progressivamente. O comércio ampliou-se e deixou de servir somente o bairro, passando a atender também outras área, fazendo com que o bairro perdesse sua característica de bairro popular.
WIKIPÉDIA. Desenvolvido pela Wikimedia Foundation. Apresenta conteúdo enciclopédico. Disponível Aqui. Acesso em: 29 Jan 2008